quarta-feira, 16 de agosto de 2017

[Resenha- Conto A Encruzilhada das Almas Perdidas de Luiz Moreira

Olá Leitores!

Se você acompanha o blog percebeu que não teve resenha semana passada... Não percebeu? Então deixa pra lá e bola para frente (risos). 

Gente, eu quero dar ênfase a resenhas de livros nacionais, mas estou com dificuldade de encontrar livros nacionais de terror (resolvi até escrever um, mas não poderei resenhar meu próprio livro, então alguém da equipe vai resenhar, mas calma que estou no começo e nem ao ar no wattpad ainda ele foi), então se você conhece algum escritor nacional que escreveu um livro de terror e afins, ou você próprio, manda esse link para ele poder entrar em contato (meio que urgente) ou entre em contato!

Essa semana vou resenhar um conto de terror do meu novo amigo Luiz, nos conhecemos no grupo do Whatsapp da Editora Andross (a qual publicarei um conto na antologia, mais informações no meu blog, deixarei o link ali embaixo). Agora chega de falação e bora de resenha!!



Título: A Encruzilhada das Almas Perdidas
Autor: Luiz Moreira
Lançamento: disponível no wattpad por tempo indeterminado
Tags: conto, terror, diabo, encruzilhada, alma

Ponto forte: uma história que pode se ramificar para vários lados, se tornar um livro talvez.
Ponto fraco: não tem continuação :(

No começo pode parecer apenas mais um conto de terror, mas conforme vai aprofundando a leitura pode-se perceber que vai muito mais além, trazendo questões religiosas, espirituais, psicológicas, dentre outras que deixarei você, caro leitor, encontrar.

Charle tem uma vida monótona e comum, um trabalho o qual o sobrecarrega e um passado obscuro o qual ele tenta fugir, bom, ele obteve sucesso, até agora. Mas o que na vida dele de fato mudaria? Nada, pois ele sempre trilha o mesmo caminho, na mesma hora, como eu disse, uma vida monótona. 

Porém certo dia há uma mudança que não é de sua responsabilidade, já ouviu falar no ditado “lugar errado na hora errada”? Foi isso que aconteceu com Charle. Há um lugar místico, que aos olhos comuns, não tem nada demais, como uma superstição, passar por baixo de uma escada, por exemplo. Para uns é bobeira, para outros é a propagação do mal, do azar.

Charle teve um infeliz encontro com esse azar? Pode ser azar ou não, depende do ponto de vista, leia você também e iremos discutir sobre o que de fato é. 

Nesse encontro ele passou por experiências surreais, visões do passado, mas que o levaram a questionamentos interno e profundos, e posso afirmar que vai fazer você, caro leitor, a se fazer o mesmo questionamento. E esse fato o levou a tomar uma decisão que mudaria sua vida e o mundo em que vive.

O que você faria se encontrasse cara a cara com ele na encruzilhada? Eu já falei com o Luiz que eu ia pedir para ser vampira que vira morcego, tipo Hotel Transilvânia, os poderes dos vampiros de The Vampire Diaries, Damon como companheiro, os poderes dos vampiros de Academia de vampiros. É só um pedido então ia caprichar! (risos)

Leia na íntegra no Wattpad

Resenha por Escritora Aline Duarte 
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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Resenha - CORRENTE DO MAL

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Resenha – Corrente do Mal (It Follows, em inglês)
Gênero: Terror / Suspense / Mistério
Lançamento: 27/8/15
Lançamento em DVD: 18/11/15
Duração: 1h40’
Nacionalidade: EUA
Direção: David Robert Mitchell
Roteiro: David Robert Mitchell

Obs: Disponível no Netflix.
Elenco: Maika Monroe (Refém da Paixão e Guest), Daniel Zovatto, Keir Gilchrist, Caitin Burt, Aldante Foster, Bailey Spry, Christopher Hohman, Debbie Williams, Heather Fairbanks, Jake Weary, Lili Sepe, Linda Boston , Olivia Luccardi, Rich Vreeland, Ruby Harris
Jay (Maika Monroe), uma adolescente do subúrbio tranquilo, conhece o misterioso Hugh/Jeff Redmond (Jake Weary) e passam a se encontrar até que, após a primeira relação sexual, o rapaz a sequestra e a leva para uma construção abandonada onde lhe conta que é portador de uma maldição e que a contaminou com esta força sobrenatural. Ela terá de se livrar da “coisa” que a persegue incessantemente. Para isto ela contará com a ajuda dos amigos Paul – apaixonado por ela desde a infância -, Greg e de sua irmã Kelly. O alerta de Hill é: “Nunca vá a um lugar que não tenha mais de uma saída, a coisa é lenta mas não é idiota.”
O filme me remete a alegoria das DST, a contaminação após a relação sexual e a possibilidade de infectar outras pessoas pela mesma via, também pode se fazer uma alegoria a um possível remorso pela perda da virgindade, baseado na moral judaico-cristã do pecado (algo que eu acho pouco provável nos dias atuais, mas que já acometeu muitas jovens de algumas décadas passadas, numa época em que as famílias não discutiam sexualidade, tratando o assunto como tabu. Sobretudo naquelas mais tradicionais e religiosas). E ainda há o questionamento: se você sabe que tem algo maligno de que, para se livrar, precise passá-lo adiante, a quem você passaria? A um desconhecido que nunca lhe fez nada, a um desafeto ou a alguém que lhe ama e que se propõe a lhe ajudar, mesmo sabendo dos riscos e consequências?
Ganhou os prêmios de Melhor Filme e Roteiro no Austin Fantastic Fest 2014, dedicado ao cinema fantástico e foi selecionado para a Semana da Crítica do Festival de Cannes 2014, recebendo muitos elogios do público e da crítica. As críticas que encontrei são variadas, vão desde aqueles que adoraram o filme, àqueles que o odiaram. Não é um filme revolucionário mas está longe de ser ruim. Tem uma trama interessante, envolvente e que nos prende do início ao fim. Não há cenas de mutilação e sangue, o terror é gerado pela sensação de perseguição constante e exposição a um perigo que só a personagem central é capaz de enxergar. Eu recomendo! 

domingo, 13 de agosto de 2017

Críticas


Salve leitores, tudo bem?

Existe uma palavra que tem um efeito em todos nós seja qual for a nossa área e quando o assunto é literatura ou escritores parece que esse fator se intensifica.

Estou falando das críticas seja em torno do nosso livro ou em toda a nossa carreira literária, muitas vezes somos tão elogiados e então vem uma crítica que nos destrói por dentro como se todos os elogios não valessem de nada e isso parece mais destrutivo quando vêm de amigos ou familiares, aqueles que você espera um apoio e um incentivo, mas como todo impacto em nossa vida as criticas podem até nos ajudar se soubermos lidar com ela.

Existe um termo chamado critica construtiva e humildade que nos ajudam e muito, a primeira da qual eu vou falar é da critica construtiva, ela muitas vezes pode parecer agressiva ao primeiro olhar, mas se você olhar com atenção e com maior receptividade pode ver que alguns ajustes, geralmente acompanhado com as criticas construtivas pode ajudar a melhorar a sua obra que já é boa, então a crítica pode ser de grande ajuda quando é construtiva.

O segundo ponto é a humildade, às vezes ficamos tão frustrados e nervosos com certas críticas que acabamos respondendo de modo agressivo aos críticos e assim fazendo eles atingirem seus objetivos, mostrar nosso pior lado, então nesse casso seja humilde e educado, agradece a crítica de quem muitas vezes só não foi com a sua cara e ignore.

Muitas vezes ignorar certas pessoas que só sabe nos denegrir ou criticar nossos trabalhos é a melhor coisa a fazer, afinal nem Jesus agradar a todos, o importante é sua história agradar a você mesmo, pois no mundo existem milhões de pessoas que tem os mesmos gostos que você.

E lembre-se a história é sua e é sua identidade literária, seja livre para escrever sobre o que quiser.

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Até mais pessoal e feliz dia dos pais!




terça-feira, 8 de agosto de 2017

Parcerias Literárias


Salve leitores tudo bem?

Você sabe o que é parceria literária ou parceiro literário?

Pois é pessoal, eu sinceramente não sabia isso até meu livro ser aceito por uma editora e entrar em processo de revisão e diagramação.

Quando publicamos o nosso livro seja por editora ou de forma independente começa uma das mais importantes fases da nossa carreira literária, pois até o livro ficar pronto (exceto quando ele é escrito no wattpad e postado capitulo a capitulo) poucas são as pessoas que tem acesso a ele, geralmente são seus leitores betas e as editoras, então quando publicamos o nosso primeiro livro precisamos correr mais do que nunca atrás da nossa rede de leitores, aquele publico alvo que você imaginou no momento em que você escreveu a primeira frase do seu livro.

Quando o seu livro é publicado por uma editora esse trabalho se ameniza um pouco, mas mesmo assim a nossa parte é fundamental no inicio e o que nos ajuda e muito são os nossos parceiros literários.

Os parceiros literários são geralmente blogueiros e youtubers que leem, fazem a resenha e divulgam o seu livro em suas redes sociais, e acredite esses parceiros são de grande influencia, pois são muito bem vistos principalmente por leitores que buscam algo novo para ler.

Eu atualmente tenho 4 parceiros literários, alem de alguns leitores betas, ainda me considero iniciante e o que ouço deles são o que meus amigos escritores dizem, tanto é que os 3 primeiros foram indicações e todos são muito atenciosos e simpáticos, as vezes pode não parecer mas a internet é uma grande aliada para escritores iniciantes se for usada com sabedoria, como em tudo nessa vida existem os bons e os maus, por isso eu sempre digo para procurar referencias sobre o que aparece na internet seja quantas forem precisas, porque é o nosso sonho que está em jogo e muitas vezes as pessoas não levam isso em consideração.

Pessoal, por hoje é isso que vem passar, se tiverem alguma dúvida ou se tem alguma experiência para compartilhar deixe seu comentário, eu leio todos e sempre respondo, vou deixar abaixo minhas redes sociais e se precisar eu estou à disposição.

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Até mais.



domingo, 6 de agosto de 2017

Resenha - A Mão Esquerda de Deus

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Salve leitores, tudo bem?
Já ouviram falar em paixão a primeira vista literária?
Na verdade nem sei se isso existe, mas se existe foi exatamente isso que eu tive, geralmente eu leio a sinopse para me interessar por um livro, mas com esse só a capa e o titulo me fez querer ele perdidamente, e por obra magnífica de Deus eu ganhei a trilogia de presente então para aguçar a curiosidade de vocês também eu vou aqui apresentar a resenha do primeiro volume.
Thomas Cale é um adolescente de aproximadamente 15 anos que desde que se conhece por gente vive em um santuário junto com outros jovens onde são treinados desde o momento que chegam para lutar contra os antagonistas que até onde os jovens sabem são adoradores do pecado e devem ser exterminados da face da terra.
O problema é que a rigidez vai alem do treinamento, alem de dolorosas punições quase que diárias, a comida é abaixo do nível de pobreza, diga se que nem porcos comem, mas os jovens monges são obrigados a comer todos os dias e em todas as refeições.
Certo dia dois outros monges, Kleist e Henri Embromador descobrem uma chave escondida e chamam o jovem e enigmático Cale para juntos com eles descobrir o que há atrás daquela porta que até o momento nunca havia sido notada.
O que há atrás da porta mudará para sempre a vida daqueles jovens e despertará o até então adormecido anjo da morte, a mão esquerda de Deus.
Esse livro me atraiu desde do primeiro momento, mas como sempre dizem não devemos julgar um livro pela capa então li a sinopse e isso são aumentou a minha vontade de ler esse livro. A linguagem é muito boa fácil e intrigante a ponto de te prender do inicio ao fim, eu ainda não li o último e é a segunda vez que leio o segundo e mal posso esperar para saber como termina essa trama.
Ao mesmo momento que parece ser uma história medieval ela te faz pensar que isso poderia muito bem se aplicar nos dias de hoje.
Eu ainda não conheço outros títulos do autor Paul Hoffman, mas eu quero muito conhecer, pois esse é um dos melhores livros de literatura estrangeira que eu já li em toda a minha vida e um dos poucos livros que li sem influencia de ninguém e sim porque a capa me chamou a atenção.
Eu recomendo para aqueles que querem algo intrigante, misterioso e empolgante, tudo junto e misturado.

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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

[Resenha] Segredos de Rodrigo Picon

Olá Leitores!

Estreando minha participação aqui no blog com a resenha de um livro cheio de aventura e mistério! Eu sou muito suspeita, pois amo esse tipo de leitura, e espero que você também goste!

Boa leitura 👽👻💀

Título: Segredos
Subtítulo: O Mundo dos Fragmentos Fractais
Autor: Rodrigo Picon
Número de Páginas: 228
Publicação: está em pré-lançamento, lançamento oficial em novembro de 2017
Classificação: 5/5


No prólogo, temos um mundo de acontecimentos futuros, a humanidade está a beira do caos e destruição por meio de uma profecia, e isso se deve a um antigo ritual em busca de poder.

Todo o cenário se localiza na ficção: país, cidade, deuses, estilo de luta (pelo menos eu nunca ouvi falar). O tempo presente é décadas à frente dos dias de hoje, sendo assim futurista, e com um Q a mais, mas não como é descrito por desenhos e filmes que conhecemos.

Um grande evento está para acontecer e o único que pode confrontá-lo é o personagem Richard, que conta com a ajuda de seus amigos (amigos?) da faculdade, um rapaz muito mal humorado, uma  moça que é apaixonada por ele, um velho e um espírito, que aos poucos vão notando a transformação da cidade.

Há um grande mistério rondando a vida de Richard, tanto em sua infância, quanto em sua juventude. Esse sendo um rapaz forte e destemido, além do normal posso dizer.

Uma aventura se inicia nos labirintos de becos entre prédios da parte histórica da cidade, onde seres mitológicos de vários graus e tamanhos aparecem, e desemboca em um lugar estratégico propício para o ritual, o inicio de todo o caos.

Se você não gosta de lutas, tenho certeza que vai gostar desse livro! Porque não tem lutas? Pelo contrário! Tem muita luta corporal e mágica, muito bem traçadas te fazendo prender a atenção em cada detalhe fazendo você imaginar cada golpe, sem sequer saber do assunto.

-Flaire?!- Gritou Claire surpreso.
-Qual Flaire? - Perguntou Bárbara, chegando ao solo. Mostrou a cabeça do demonio com a mão direita. - Esse?- Segurou o maxilar do rosto de Flaire com a mão esquerda. Começou a mexê-la para cima e para baixo gesticulando a boca da cabeça- Oi eu sou o Flaire- disse, modificando a entonação da sua voz- eu sou um demônio muito babacão. Por se meter com aquela garota muito forte, acabei perdendo minha cabeça. HE HE HE.
-Ora- disse Claire, bastante irritado- sua maldita.
Nesse trecho podemos perceber que a leitura é de fácil entendimento, falas bem demarcadas e até com bom humor. Sempre que necessário há uma explicação rápida e direta no rodapé. Descrição de ambientes e personagens bem elaborados.

O que o livro nos trás de ensinamento? Com o pupilo de Richard, aprendemos que devemos ser honestos consigo mesmo, não carregando um peso maior do que podemos carregar, por causa do que o outro vai pensar ou não de nós. Com a Bárbara, que devemos acreditar no nosso potencial, e fazer tudo o que tiver ao nosso alcance para vencer a batalha. Com Kai, que devemos ser humildes e reconhecer nossas fraquezas.

Quer saber mais sobre essa fantástica aventura? Entre em contato direto com o Escritor Rodrigo Picon

Resenha por Aline Duarte

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Resenha - O CÃO DO DIABO

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Resenha – O Cão do Diabo (Devil Dog: The Hound Hell, em inglês)

Gênero: Terror / Suspense

Lançamento: 1978

Duração: 1h32’

Nacionalidade: EUA

Direção: Curtis Harrington

Roteiro: Dos irmãos Elinor e Steven Karpf

Elenco: Bob Navarro, Daniel Selby, Ike Eisemam (A Montanha Enfeitiçada), Ken Kerchewal, Kin Richards (A Montanha Enfeitiçada), Lou Frizzell, Martine Beswick, R. G. Armstrong, Richard Crenna (Rambo I, II e III – falecido em 2003), Victor Jory e Yvette Mimieux.

Obs: produção exclusiva para televisão.

Este clássico do terror do final dos anos 70, início da década de 80, conta a história de um cão cuja mãe, quando estava grávida, é usada por uma seita satanista e os seus filhotes são doados à famílias para que satã possa agir no meio delas. A família que recebe o filhote de que trata o filme, é a clássica família americana: os pais (Mike e Betty Berry), um casal de filhos (Bonnie e Charlie), a empregada mexicana e muito católica (Maria) – que pressente o mal contido naquele animalzinho desde que o vê pela primeira vez e será uma das primeiras vítimas –, que mora em uma bela casa de Los Angeles, Califórnia. No dia do aniversário de 10 anos de Bonnie, o cachorro da família, Spikker é atropelado e “coincidentemente” aparece um vendedor de frutas, que além de lhes dar maçãs (lembram da bruxa de Branca de Neve?) lhes oferece o filhote, dizendo que está à procura de uma família que o adote.  No decorrer do enredo o cãozinho Lucky, agora já um pastor alemão adulto, influencia todos da casa menos Mike, que não é possuído e confronta o cão em muitas ocasiões, sem sucesso, até o combate definitivo.
Lembro-me de quando o vi pela primeira vez, tinha 12 anos e naquela noite fui parar no quarto dos meus pais de tão aterrorizado que fiquei. O filme tem um roteiro bem elaborado, que vai desenvolvendo a tensão, à medida que, sob o efeito da possessão demoníaca, as crianças da família vão praticando atrocidades.  Peca, sobretudo hoje quando os cineastas têm uma infinidade de recursos eletrônicos, pelos paupérrimos efeitos especiais do final do filme, mas nem por isto deixa de ser um bom filme. Terror psicológico, sem os famosos corpos mutilados e banho de sangue. Trata-se mais da luta entre o bem e o mal e a desagregação da “família perfeita” sob a influência diabólica. A ninhada era de cinco ou seis cãezinhos – não me lembro – e me pergunto até hoje: o que aconteceu com os demais?
Não consegui encontrar críticas profissionais a respeito do filme, talvez pela sua idade, quase 40 anos, mas de um modo geral, as impressões dos cinéfilos são positivas. Vale muito a pena assistir pelo clima aterrorizante que a ação demoníaca no animal proporciona, lembrando, em muitos casos o filme A PROFECIA (produção anglo-americana de 1976, lançado em 21/2/1977, com duração de 1h51’, dirigido por Richard Donner, com Gregory Peck, Lee Remick, David Warner). O mais assustador é que a trama se dá em uma casa, com uma família feliz, belas crianças e um cão: quem não tem pelo menos um destes itens?

Uma semana excelente e livre do mal, a todos.

domingo, 30 de julho de 2017

Concursos Literários


Salve leitores, tudo bem?

Hoje vou falar de um assunto que por muitos anos evitei até comentar, mas que hoje vejo a importância até para pratica, concursos literários.

Já ouviu a expressão “a pratica leva a perfeição”? Pois é esse ditado é muito verdadeiro, se você olhar para as grandes personalidades de sucesso principalmente na área esportiva você vai ver que a maioria delas treinavam até dezoito horas diárias para alcançar o lugar que ocupam hoje e isso por vários anos, isso pode ser aplicado também na literatura.

Às vezes gostamos de vários gêneros, mas então resolvemos escrever um que predominará em nossa carreira e então escrevemos todo empolgados, seja contos, livros ou até poemas, aí muitas vezes mostramos para nossos amigos e parentes, e eles até podem dizer que está bom, mas aí se você é como eu um pouco inseguro sobre o que faz existe um lugar perfeito para você testar suas habilidades, os concursos literários.

Se você procurar na internet vai existir vários e para todos os gêneros, inclusive o seu, eu já participei de vários concursos e até hoje confesso que ganhei só um, mas os demais que eu perdi usei como degrau para me esforçar mais ainda, algo que precisamos aprender a lidar desde cedo na literatura é com a rejeição, e acredite não é só no Brasil que a luta por espaço nas livrarias é grande, no mundo inteiro é assim, a diferença é que em alguns lugares os apoios são maiores que outros, no meu twitter vejo quantos escritores travam a mesma luta que eu e o mais legal é que nos apoiamos, um dos principais motivos que eu escrevo aqui é ajudar a você com minhas experiências, eu não tive muita ajuda, mas se há alguma coisa que eu aprendi é que a literatura no Brasil é bem mais árdua do nos outros países e se eu puder fazer algo para amenizar isso eu faço, no momento é só com texto, mas se surgir outros meios e oportunidades pode ter certeza que estarei no meio.

Concursos literários serve também para ajudar a você praticar outros gêneros que de inicio estão fora da sua zona de conforto eu por exemplo gosto muito de gêneros sombrios e já participei até agora de um concurso e perdi, mas assim que surgir outra oportunidade eu participarei novamente, e com isso eu procuro ler livros sombrios, para me ajudar com inspiração e bagagem literária, isso entra em outro ponto que sempre digo, leia muito principalmente sobre o gênero que pretende escrever isso vai te ajudar com inspiração e na maneira de escrever.

Pessoal, muitas perdas virão pelo caminho, mas não se frustre, use as derrotas como degrau, não tente para ganhar, tente até ganhar, sempre.

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Até mais.





quarta-feira, 26 de julho de 2017

[Apresentação] Nova Resenhista

Olá Leitores!

Sou a Aline Duarte, 24 anos, escritora, blogueira, designer gráfico e fotógrafa. Sou natural da capital de catarinense Florianópolis, e moro atualmente em Balneário Piçarras. Escrevo desde antes de 2007, mas em meu blog pessoal desde 2013, ano o qual escrevi meu primeiro livro, Segredos- Todos Temos Um. Esse ano, 2017, eu terminei meu segundo livro Coração de Oceano- Descobrindo um mundo novo, primeiro de uma quadrilogia (Lux Colection). Um conto meu será publicado, em outubro desse ano, em uma antologia e está concorrendo a um prêmio (muito feliz!!). Outras obras minhas podem ser conferidas no Wattpad.

Há pouco mais de uma semana fui convidada a resenhar aqui no blog e aceitei o desafio, e postarei nas quartas-feiras (vou começar semana que vem).


Ótima leitura a todos!

Onde me encontrar:
[FB] https://www.facebook.com/escritoraalidu/
[PR] https://penserepenseacd.blogspot.com.br/
[IG] @alinecarpesduarte
[TW] @alineyzza
[WP] https://www.wattpad.com/user/alinecarpesduarte

terça-feira, 25 de julho de 2017

Resenha - DEIXE-ME ENTRAR

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Resenha – Deixe-me Entrar (Let me in em inglês)

Gênero: Terror / Drama

Lançamento: 28/1/11

Duração: 1h52’

Nacionalidade: Reino Unido / EUA

Direção: Matt Reeves (Cloverfield – Monstro)

Roteiro: Matt Reeves

Trilha Sonora: Michael Giacchino (Up – Altas aventuras, Star Treck e do seriado Lost)

Elenco: Kodi Smith-McPhee (Planeta dos Macacos: O Confronto, X-Men: Apocalipse), Chole Grace Moretz (Carrie e O Protetor), Richard Jenkins (Jack Reacher: O Último Tiro e O Segredo da Cabana), Elias Koteaz (O Curioso Caso de Benjamin Button e Chicago P.D.)
Obs.: disponível na Netflix.

Owen é um garoto de 12 anos, solitário e atormentado por colegas valentões da escola, além de estar num turbilhão de emoções com a separação dos pais e sua necessidade de pôr fim ao bullying de que é vítima diariamente, quando Abby, uma garota também de 12 anos e hábitos estranhos, se muda para a vizinhança. Apesar dos constantes avisos de Abby, de que os dois não poderiam ser próximos, eles acabam por se tornarem amigos, confidentes e a menina influenciando em sua vida diária. Logo o menino percebe que está diante de alguém especial e à medida que vão se tornando mais íntimos, terríveis segredos da vida de Abby vão sendo revelados, tais como: sua verdadeira idade, sua alimentação e hábitos e o senhor que mora com ela, que Owen acredita ser o pai da garota.
O filme se desenrola praticamente apenas no período noturno, o que compromete um pouco a fotografia, mas que empresta ao roteiro a sua carga de dramaticidade necessária. É um filme que nos promete terror, mas que nos apresenta mais seu caráter dramático e nos leva a diversos questionamentos, como: qual o valor de amizade, sobretudo quando você está solitário? Que preço você está disposto a pagar por ter alguém em quem possa confiar? É possível continuar amando alguém, mesmo em se descobrindo fatos monstruosos ao seu respeito? Os monstros estão fora ou dentro de nós mesmos? O roteiro vai nos dando dicas de seu desfecho, mas sem esclarecer totalmente o seu mistério o que nos prende a atenção. E, no final os diversos dramas de Owen e Abby, se sobrepõe à proposta de terror, o que, por si só, já recomenda o filme. O final é característico de que terá sequências.
As críticas que li são altamente favoráveis, tanto de profissionais quanto de cinéfilos, e eu as acompanho. Conforme já frisei anteriormente é um filme que nos cativa mais pelo seu peso dramático do que pelo seu conteúdo de terror. Um aspecto interessante – principalmente para mim, que sou saudosista - é ambientar-se nos anos 80, uma década de excelentes músicas e costumes. O filme reúne tudo: crimes em série de difícil solução, amizade, amor bandido, dramas pessoais e o tema que está na moda nos últimos tempos (criaturas sobrenaturais que convivem conosco como pessoas normais), mas sem cair nos velhos clichês. Há algumas cenas de sangue, mas, que não chegam a ferir a suscetibilidade de pessoas sensíveis. Eu recomendo. E recomendo muito!
Uma semana feliz e sem dramas. Abraços!

domingo, 23 de julho de 2017

O que é preciso para ser um escritor?


Salve leitores, tudo bem com vocês?

Hoje eu vou começar com uma pergunta bem simples.

O que é preciso para ser u escritor?

Eu já me fiz essa pergunta, mas na época eu já estava escrevendo meu segundo livro, é que quando me veio à inspiração eu fiquei tão eufórico que eu nem pensei nos atributos necessários para pelo menos me parecer com um escritor de verdade, mas depois eu parei para analisar e vi que algumas características básicas fazem toda a diferença e vou passar um pouco do que aprendi ao longo dos meus dezesseis anos de carreira literária.

Leia muito:

Seja qual for o seu gênero ou área literária a leitura de vários livros deve ser sempre presente na sua vida e não leia só livros do gênero no qual você escreve procure sempre ler outros gêneros, pois na maioria das vezes a inspiração pode vir de onde menos se espera.

Reserve um espaço para escrever:

Tem um local próprio é sempre muito bom e faz toda a diferença, procure um lugar onde você se sinta confortável, geralmente é o quarto, mas pode ser qualquer lugar, até fora de casa.

Aceite críticas, mas não acate todas:

Muitas vezes pedimos para os nossos leitores betas nos dar opinião a cada nova página ou a cada novo capitulo, e se pedirmos opiniões sinceras certamente receberemos opiniões sinceras, mas lembre-se sempre de que a história é sua e é você que a escreve, às vezes as intenções dos amigos são as melhores, mas a ideia deles da história é diferente da sua então se eles sugerirem que você modifique algo, não modifique, pois no final a conclusão da sua história pode não te agrade caso você a modifique por causa de um amigo, lembre-se sempre da sua identidade literária.

Reserve um tempo para escrever:

Sempre reserve um tempo na semana, pode ser todos os dias, dias alternados ou até a cada cinco dias, mas reserve nem que seja meia hora para escrever, pois nenhum livro se escreve sozinho.

Seja organizado:

Nesse ponto é ser organizado a sua maneira, eu mesmo sou organizado na minha bagunça, desde de que você saiba onde está e para onde vai, a sua história assim como você terá um sentido, mesmo em meio ao caos.

Trace metas:

Trace metas enquanto escreve seu livro, seja escrever um capitulo por mês ou cinco páginas por dia, o importante é traçar metas o que te ajudará também a escrever seu livro com regularidade.

Pesquise:

Sempre pesquise o gênero ou sobre o que vai escrever, características típicas devem sempre conter na história em questão, um exemplo bem clássico é quando se tem um vampiro na história, alguns brilham, outros conseguem sair no sol, mas todos tem uma característica em comum, todos se alimentam de sangue, então você pode até ser original em vários aspectos de um personagem místico, mas a principal característica deve se manter intacta.

Estude gramática:

Quando houver dúvida estude, isso vai ter ajudar e muito.
Não há regra do que é realmente preciso para ser escritor, mas o que é indispensável para ser um escritor é gostar de escrever e escrever muito, formar o seu mundo literário é a melhor coisa do mundo.

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Até mais.


terça-feira, 18 de julho de 2017

Resenha - O CANAL - O MAL ESTÁ LÁ DENTRO

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Resenha – O Canal – O Mal Está lá Dentro (The Canal em inglês)

Lançamento: 2014

Duração: 1h33’

Nacionalidade: Irlandesa / Britânica

Direção: Ivan Kavanagh (Prêmio de Melhor Drama no PORTOBELLO FILM FESTIVAL de Londres em 2007 com o filme A SOLUÇÃO)

Roteiro: Ivan Kavanagh

Trilha Sonora: Ceiri Torjussen

Elenco: Rupert Evans (Hellboy – 2004), Antonia Campbell Hughes (Brilho de uma Paixão – 2009), Kelly Byrne (Out of Here – 2013), Steve Oram

Obs.: disponível na Netflix.
Quando o casal David (Rupert Evans) e Claire (Antonia Campbell Hughes) se muda para sua nova casa, o casamento que lhes parecia feliz entra em crise e David descobre segredos de sua mulher – que já o vinha traindo há algum tempo – neste interim, ele que é arquivista de filmes antigos, descobre um rolo de filmes de 1902 que mostra uma série de assassinatos acontecidos na casa onde moram (o antigo morador assassina a esposa infiel, a babá, os filhos e se mata em seguida). E, em meio a este turbilhão de emoções, tudo leva a crer que a história se repetirá. É um filme carregado de suspense, mistério e terror, com uma série de aparições e o que é interessante é a obsessão e a teimosia de David em continuar vivendo na casa, mesmo depois da morte da esposa, sem se importar com os perigos iminentes que ele, o filho Billy e a babá Sophie estão sujeitos.
As locações e a fotografia foram muito bem escolhidas pelo diretor Ivan Kavanagh e se prestam perfeitamente a emprestar o clima lúgubre e assustador a que o filme se propõe. O Canal é um filme que nos prende à frente da tela uma vez que, além do terror em si, ele nos aguça a curiosidade em desvendar o que realmente se passa, se quem comete os assassinatos é de fato o fantasma da casa ou se foi David, influenciado pelos filmes e devido a traição da esposa. Outro detalhe interessante focado no filme é a dificuldade que os casais têm em lidar com a questão de um maior sucesso profissional da mulher. Notoriamente a crise do casamento é motivada por este fator, sendo a traição, apenas uma consequência disto.
Dos críticos, 75% o consideraram entre bom e regular e é como eu o classifico também. Embora, eu, particularmente, não goste de filmes de terror ou suspense que tenham crianças como personagens, neste caso, especificamente, o menino Billy não é tão afetado pela atmosfera dos acontecimentos ao seu redor, mantendo a inocência em relação aos fatos, mas peca, no meu entender, quando a criança desabotoa o cinto de segurança, abre a porta e cai do carro, atendendo ao pedido do espírito atormentado de seu pai, para permanecer na casa com ele e a esposa. Uma cena muito forte e de terror de fato é quando o fantasma de Claire dá a luz nos esgotos ao bebê que ela esperava. Para quem gosta do gênero Terror é plenamente recomendável.

Uma ótima semana a todos nós e que nos mantenhamos sãos, apesar dos filmes antigos.




domingo, 16 de julho de 2017

Plágio


Salve leitores tudo bem com vocês?
            Vocês sabem o que é plágio?

            O plágio (diz-se também plagiarismo ou plagiato) é o ato de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, obra pictórica, fotografia, obra audiovisual, etc) contendo partes de uma obra que pertença a outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original.
            Pois é leitores muitas vezes queremos escrever sobre um determinado assunto ou gênero e queremos usar elementos clássicos em nossas obras como vampiro, lobisomens, ou até criar uma história baseada em um determinado fato real, mas a questão é até que ponto eu posso ir sem ter o risco de ser acusado de plágio.
            Um exemplo de algo que pode ser utilizado como base para uma história, vamos usar o momento atual da nossa política onde a corrupção está sendo desmascarada dia após dia, se eu resolver escrever um livro que fala sobre os diversos crimes de um personagem chamado Luis Acácio Molusco da Silva, eu não poderei ser acusado de plágio, porque em primeiro lugar os crimes poderão ser relacionados a qualquer área da sociedade e segundo ninguém escreveu uma história desse modo até onde eu conheço.
            Outro fato importante a ser considerado é a inspiração, todo escritor depende de uma boa inspiração para criar a sua história e inspiração é totalmente diferente de plágio, plágio é uma cópia idêntica de uma obra escrita antes dela, e esse ditado de que “nada se cria e tudo se copia” não pode nunca ser aplicado no mundo literário até porque os seus leitores vão curtir seus livros por causa da sua originalidade e não por causa das suas cópias.

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Até mais.


terça-feira, 11 de julho de 2017

Resenha - O DESPERTAR

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Resenha – O Despertar (The Awakening, em inglês)

Lançamento: 17/2/12

Duração: 1h47’

Nacionalidade: Britânica

Direção: Nick Murphy

Roteiro: Nick Murphy e Stephen Volk

Elenco: Rebecca Hall (O Retrato de Dorian Gray – 2009), Dominic West (Centurião – 2010), Imelda Stauton

Obs.: disponível na Netflix.
            Em 1921, a cética Florence Cathcart dedica-se a desvendar e desmistificar fenômenos paranormais à luz da ciência e da lógica, quando recebe o convite para investigar aparições do suposto fantasma de um garoto assassinado e que estariam ligadas à morte de outro menino, num internato da Inglaterra. Nessa época a Europa está ainda traumatizada e curando as feridas da Primeira Guerra, as pessoas estão entristecidas e brutalizadas e tendem a ser cruéis, sobretudo com aqueles que dependem delas, como no caso dos alunos em relação aos seus professores (a maioria deles doentes, doentios e excessivamente enérgicos), diretores e demais funcionários. Há também o clima de tensão entre o professor Robert, veterano de guerra e o zelador que, simulando deficiências, não foi à guerra. Uma vez lá, a princípio ela é bem sucedida em encontrar explicações lógicas para alguns dos fenômenos e até desvenda a causa da morte do estudante – um ataque de asma, após uma crise de pavor -. Entretanto, novos acontecimentos a encaminham para a aceitação da existência do sobrenatural. E, uma vez que ela aceita e passa a investigar os acontecimentos paranormais e não tentar desmistifica-los o filme nos conduz a um desfecho surpreendente, conforme ela mesma traduz com a sua fala, num diálogo com o professor Robert: “Só vemos o que precisamos ver”. Muito ao estilo de outro grande filme: SEXTO SENTIDO (filme americano de 1999, escrito e dirigido por M. Night Shyamalan, que tem no elenco Bruce Willis e Haley Joel Osment).

            As locações do filme foram muito bem escolhidas, tanto o prédio em que escola funciona quanto a região em que está situado são de muita beleza, o enredo às vezes se perde e nos deixa um pouco perdidos também, não há uma explicação prévia para a mudança que levará àquele final surpreendente, a gente acaba por ter a sensação de que viu dois filmes em um e, neste caso, o primeiro ficou mal acabado e o segundo começou quase do nada, o que não o classifica como um filme ruim, ao contrário, é um filme muito bom com um roteiro um pouco confuso. Tem em seu elenco a excelente Imelda Stauton (Oscar de Melhor Atriz e Globo de Ouro – ambos em 2005) a Dolores Umbridge de Harry Potter e Ordem da Fênix (2007) e Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1 (2010)
Li algumas críticas ao filme, críticas estas feitas por especialistas que tem uma visão acadêmica que eu não tenho. Eu sei dizer apenas se e porque gostei ou não gostei e, deste, eu gostei e recomendo. E porque gostei? Porque não tem cenas de sangue e corpos mutilados, porque o terror é muito mais implícito e sugerido do que propriamente mostrado e nos apresenta um final (ou finais, porque até às últimas cenas cremos num desfecho e nos deparamos com outro) surpreendente.
                Uma excelente e harmoniosa semana a todos, com muitos finais surpreendentes e felizes.
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